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– por Sibele Godinho* –

Entre todas as virtudes que presencio no cotidiano a humildade permanece como a que mais admiro. Numa corporação, identificam-se rapidamente aqueles profissionais que, mesmo sem exercer ocupações de chefia, são considerados e respeitados como se o fossem. E, comumente, são pessoas cuja humildade é um traço natural. A humildade empresarial compreende que qualquer mérito é fruto do trabalho de equipes, bem orientadas por supervisores e gerentes compromissados. Humildade vem do Latim humus que significa “filhos da terra”. Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas.

Para responder se existem evidências de que a humildade é uma virtude relevante e pertinente para a gestão e o sucesso das organizações, Antônio Telles da Silva resgata a obra “Feitos pra Vencer” (Jim Collins- 2001) que descreve como os indivíduos que aliam a humildade profissional com uma firme vontade profissional, superam os “líderes salvadores da pátria”, pessoas que acreditam que  personalidade forte pode transformar as organizações. Concordo com Collins, que, aliás, é  ex-professor da universidade de Stanford e co-autor de “Feitas para Durar (1995)”: os chamados líderes, que desejam inspirar mas estão distantes da execução, que determinam prazos excruciantes, mas desconhecem as dificuldades do cotidiano das empresas, passam ao largo do conceito de humildade empresarial e, somente por isso, já caem no descrédito dos títulos que se autodeterminam.

A humildade empresarial consiste ainda na capacidade de aprender, de reconhecer a engenhosidade da concorrência, a genialidade da ideia do colega de trabalho, a forma de fazer mais eficaz que a sua, que o subordinado apresenta. Em “Os sete imperativos para retenção de clientes” Edvaldo de Farias aponta a capacidade de aprender como um pilar da sustentabilidade nos negócios.

Se a humildade empresarial, assim como as outras habilidades do gestor, pode ser aprendida, indico o conceito que melhor se adequa ao ambiente corporativo: “ A humildade está na pessoa que tendo o direito de reclamar, julgar, reprovar e tomar qualquer atitude compreensível no brio pessoal, apenas abençoa.” (Emmanuel-Chico Xavier)

Referências:

Artigos:
– Humildes Vencedores de Antônio Carlos A. Telles da Silva (blog Ética Empresarial);
– Retenção de Clientes:7 imperativos fundamentais de Edvaldo de Farias (Movimento Humano).

Filmes:
– Patch Adams-O amor é contagioso;
– O óleo de Lorenzo;
– A corrente do Bem.

*Sibele Godinho é especialista em Gestão da Comunicação nas Organizações e Coordenadora de Comunicação da Fundação Universa.

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A aprendizagem é fundamental no ambiente corporativo

– por Janine Costa* –

 

Aprendizagem ainda se apresenta como um termo recente no vocabulário de negócios. Verbos como planejar, treinar, decidir e controlar são comuns na área de gestão, no entanto, aprender ainda é uma palavra pouco utilizada. O desenvolvimento de competências e habilidades por meio de capacitação, ainda é considerado por algumas organizações, como um processo em que o próprio funcionário tem a obrigação de buscar por conta própria. Nessa perspectiva, o desenvolvimento de pessoas é desconsiderado como responsabilidade da organização.

Entretanto, o cerne da filosofia de renovação consiste no reconhecimento da aprendizagem como elemento fundamental para o desenvolvimento organizacional. A criatividade, a capacidade de mudança e o dinamismo são características de organizações que proporcionam possibilidades de aprendizado aos seus colaboradores. Portanto, pesquisas comprovam que empresas que assumem o este papel frente à educação de sua equipe, caminham à frente em termos de qualidade.

Daí nasce uma necessidade estratégica de parcerias com instituições de ensino, no sentido de possibilitar aos profissionais da educação, que detém uma visão pedagógica, a condução do aprendizado organizacional. Estruturar internamente a capacitação e desenvolvimento de pessoas com momentos de aprendizado por meio de cursos in company, ou por convênios com cursos de especialização, é caminho certeiro rumo ao sucesso.

 

*Janine Costa é coordenadora acadêmica da Universa Escola de Gestão.

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