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– por Christiane Rodrigues* –

 

 A preocupação com a gestão de pessoas só é aplicável na vida profissional?

Com a proximidade do dia dos namorados comecei a pensar sobre relacionamentos. Por que na hora de escolher parceiros (as) para nossa vida pessoal não usamos os mesmos critérios de sucesso que usamos para selecionar companheiros (as) de trabalho?

Como seria se pudéssemos entrevistar possíveis candidatos a vaga de namorado (a)? Teríamos a seriedade necessária ou seríamos corrompidos por atributos como aparência física, charme, a tal da química, o olhar fulminante, a voz doce e macia, etc.? Seria muito esquisito usar ferramentas de motivação, incentivo e premiação nos nossos relacionamentos pessoais?
 
Deixando me levar por esses pensamentos comecei a imaginar como seria a primeira etapa: a entrevista. Aqui me parece uma excelente oportunidade de realizar um mapeamento de competências.

Como você entrevistaria um (a) pretendente? Eu, como boa sagitariana que sou, começaria com:

Teste sobre sentimentos de posse e insegurança: Relate uma situação onde você tenha se sentido sozinho ou deixado de lado em uma relação.
 
Teste de comprometimento: Conte-me sobre alguma situação onde outros assuntos do cotidiano – futebol/outros esportes, boteco com amigos, reunião de trabalho – afetaram suas relações anteriores.

Teste de lealdade: Depois de assumir um compromisso, fica firme apesar dos sacrifícios pessoais que ele envolva?

Teste sobre a comunicação: Descreva uma situação onde você tenha expressado seus sentimentos, inquietudes, projetos. Como foi o “feedback”?

Teste sobre espírito de equipe: Descreva uma situação onde você tenha superado seus próprios interesses para agregar ao relacionamento.

Teste de flexibilidade e inovação: Descreva situações de mudança de rotina por iniciativa sua. Como foi? Como você se sentiu em relação à sua zona de conforto?

E, para agregar, não deixaria de perguntar sobre algumas outras competências exigidas para a “vaga”: Você tem tempo livre para jantar fora, viajar, ir ao cinema? Você gosta de animais de estimação? Como você se relaciona com a sua família? Você tem uma mãe discreta e que não se meta na sua vida? Você é companheiro? Você tem demonstrações de afeto mesmo depois de muito tempo juntos? E aqui a lista tem mais uma série de itens…

Exageros a parte, tanto na vida corporativa quanto na vida pessoal, o segredo para tomar a decisão acertada, sem se deixar levar por aspectos acidentais e secundários, é pautar-se por uma hierarquia de valores, sabendo priorizar o que é mais importante pra você, perguntando-se se a opção eleita te afasta ou aproxima do seu objetivo principal. A partir dessas definições, o sucesso na escolha é conseqüência garantida. Lembre-se que só você é responsável pela sua felicidade.

 

*Christiane Rodrigues é especialista em Marketing e analista de negócios da Fundação Universa.

– Por Sibele Godinho*-

 A fofoca também faz parte do ambiente empresarial. Surge como uma informação incompleta ou propositalmente incorreta e se espalha no ar como um vírus. São especulações inverídicas e dão ao criador do boato, que geralmente á alguém que sofre de baixa auto-estima, o prazer maldoso de dividir grupos e criar brigas. Se você identificou no seu ambiente alguém com este perfil que está semeando a desavença, converse com a pessoa explicando como tal atitude pode ser prejudicial para todos. Se não tem intimidade com o fofoqueiro, isole-o e mantenha seu chefe e todos os seus colegas de trabalho informados das suas atividades e dos seus avanços profissionais.  Estimule os seus colegas a fazerem o mesmo. Quando todos estão bem informados sobre tudo que acontece, não há espaço para a fofoca. 

 

 

Não seja inocente de levar adiante um boato empresarial. Você pode estar servindo de instrumento para pessoas mal intencionadas e acabar prejudicando a sua carreira.

  

A segunda dica para não ser envolvido pelo ambiente nocivo da fofoca é seguir os três crivos de Sócrates, o filósofo:

– O CRIVO DA VERDADE: antes de repassar qualquer informação adiante, certifique-se de que trata-se de absoluta verdade.

 – O CRIVO DA BONDADE: Ainda que não tenha certeza da verdade do que julga saber tenha certeza que é algo bom o que queres contar.

 -O CRIVO DA UTILIDADE: Que o que digas seja útil, com bom proveito para o labor ou para o crescimento pessoal.

Se a informação que você quer passar adiante não é verdadeira, não e boa e não é útil, esqueça-a simplesmente, evitando envolver-se com a maledicência, seja ela corporativa ou não.

 *Sibele Godinho é coordenadora de comunicação e especialista em gestão da comunicação nas organizações

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