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– por Sibele Godinho* –

 

Com a passagem do dias das mães, enquanto estamos enternecidos em agradecer o dom da vida à pessoa que mais nos ama no mundo, cabe analisar dentro do ambiente corporativo se temos uma motivação de empresa-mãe ou de empresa-filha. 

Quando balizamos nossa motivação numa empresa encarando-a como uma mãe, contamos com complacência, horários e tarefas bem-definidos, repreensões ocasionais, salário e benefícios garantidos ao final do mês. A tendência é que paire um leve “quê” de insatisfação, como se a mamãe-empresa estivesse sempre nos relegando a segundo plano. Queremos mais benefícios, melhores condições de trabalho, mais reconhecimento e mesmo quando todas estas necessidades são supridas, cabe a empresa-mãe nos manter motivados.

Quando encaramos a empresa como filha, nossa motivação é esfuziante. Sentimo-nos diretamente responsáveis pelos sucessos e fracassos da empresa. Defendemos seu nome, e temos orgulho das suas conquistas. Não queremos que se envolva com empresas sem credibilidade, zelamos para que sua base seja firme e que avance fronteiras realizando feitos grandiosos. A tendência ao encarar a empresa como nossa filha é estarmos sempre satisfeitos e auto-motivados.

Embora existam os que insistem na visão da empresa como mãe, e os entusiastas devotos que vêem a empresa como filha, a empresa moderna prima pela equação do equilíbrio. As instituições têm sim obrigações para com seus colaboradores e estes têm compromissos que vão além das atividades cotidianas. Espera-se da empresa ambiente adequado, políticas de remuneração e promoção bem definidas e ações internas que propiciem a inovação, a criatividade e o desenvolvimento diuturno do colaborador. Mas é justo que o empregado seja proativo, auto-gerido e participativo em questões que vão além da sua “caixinha funcional”, que se exija compromisso full time.

Vencida a dicotomia da empresa-mãe versus empresa-filha entra-se no eixo  do equilíbrio. É aí que empresa e empregado superam a atividade funcional e passam a contribuir com o desenvolvimento sustentável. Ambos movidos pela solidarização do crescimento.

 

*Sibele Godinho é especialista em comunicação organizacional e Coordenadora de Comunicação.

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– por Sâmara Martins* –

 

Como dizia o Velho Guerreiro, Chacrinha: “quem não se comunica se trumbica”. Essa frase se encaixa muito bem no mundo empresarial, a empresa que não possui uma boa comunicação está fadada a se “trumbicar”. Isso pode ocorrer, pois as informações quando transmitidas de fontes não confiáveis e de forma desorganizada podem chegar distorcidas, tanto para clientes como para colaboradores das organizações.  Essa distorção pode prejudicar ou mesmo destruir a imagem da empresa.

Para fugir do mal entendido, toda organização precisa investir em uma comunicação eficiente. Isso significa comunicar a todos o que acontece na empresa. Essas informações não precisam ser necessariamente trabalho, pode ser para anunciar: aniversário, casamento, nascimento, conquistas, planos, mudanças, informativos, enfim todo o movimento da organização e de seus colaboradores. A comunicação dá vida e por meio dela é possível observar a movimentação e o pulsar da organização.

 

*Sâmara Martins é assessora educacional.

Twitter da Fundação Universa

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