Segundo a revista Você S/A nos últimos dois anos, a maior parcela de vagas abertas pelas empresas foi para candidatos qualificados

Histórias  de sucesso mostram o quanto algumas companhias estão valorizando o investimento na capacitação. De modo geral, as oportunidades no mercado brasileiro têm surgido para os profissionais com maior nível de instrução.

Os dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que de 2009 a 2010 o maior número de vagas abertas foi para profissionais com diploma universitário e de Ensino Médio. Nesse período, a oferta de vagas para candidatos graduados numa universidade cresceu 8%, enquanto a oferta para profissionais com Ensino Médio completo aumentou 12%.

As vagas para analfabetos e pessoas com até o 5o ano do Ensino Fundamental foram reduzidas em mais de 2% no mesmo período. Hoje, os funcionários de nível médio representam 42% dos empregos formais no Brasil, seguidos pelos de nível superior, que correspondem a 17%. Os analfabetos representam apenas 0,5% dos trabalhadores com carteira assinada. Os dados do MTE também deixam claro que o número de anos de estudo tem impacto direto no valor do salário que a pessoa receberá.

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais de 2010, a remuneração média de quem conclui o Ensino Superior corresponde ao triplo do valor pago aos trabalhadores formais que têm apenas o Ensino Médio, e a quase o quádruplo dos rendimentos de quem parou no 5o ano do Ensino Fundamental. O cenário é especialmente favorável às mulheres, mais qualificadas do que os homens. Em 2002, 9% das brasileiras e 8% dos homens tinham um diploma de nível superior.

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