– Por Sibele Godinho*-

 A fofoca também faz parte do ambiente empresarial. Surge como uma informação incompleta ou propositalmente incorreta e se espalha no ar como um vírus. São especulações inverídicas e dão ao criador do boato, que geralmente á alguém que sofre de baixa auto-estima, o prazer maldoso de dividir grupos e criar brigas. Se você identificou no seu ambiente alguém com este perfil que está semeando a desavença, converse com a pessoa explicando como tal atitude pode ser prejudicial para todos. Se não tem intimidade com o fofoqueiro, isole-o e mantenha seu chefe e todos os seus colegas de trabalho informados das suas atividades e dos seus avanços profissionais.  Estimule os seus colegas a fazerem o mesmo. Quando todos estão bem informados sobre tudo que acontece, não há espaço para a fofoca. 

 

 

Não seja inocente de levar adiante um boato empresarial. Você pode estar servindo de instrumento para pessoas mal intencionadas e acabar prejudicando a sua carreira.

  

A segunda dica para não ser envolvido pelo ambiente nocivo da fofoca é seguir os três crivos de Sócrates, o filósofo:

– O CRIVO DA VERDADE: antes de repassar qualquer informação adiante, certifique-se de que trata-se de absoluta verdade.

 – O CRIVO DA BONDADE: Ainda que não tenha certeza da verdade do que julga saber tenha certeza que é algo bom o que queres contar.

 -O CRIVO DA UTILIDADE: Que o que digas seja útil, com bom proveito para o labor ou para o crescimento pessoal.

Se a informação que você quer passar adiante não é verdadeira, não e boa e não é útil, esqueça-a simplesmente, evitando envolver-se com a maledicência, seja ela corporativa ou não.

 *Sibele Godinho é coordenadora de comunicação e especialista em gestão da comunicação nas organizações