Por Sâmara Martins –

A ocorrência de conflitos, seja na parte pessoal ou profissional, faz parte da vida dos seres humanos. Com o desenvolvimento cultural e tecnológico os conflitos também sofreram alterações, tornaram-se maiores e mais intensos, além disso, o número de envolvidos aumentou. E com o tempo percebeu-se que para criar um ambiente mais produtivo e criativo nas organizações era necessário administrar a situação conflituosa.

A superação de conflitos é uma situação delicada, é necessário gerenciamento e sensibilidade. Apontam-se alguns procedimentos para gerir conflitos, no entanto, pode-se afirmar que não existe uma receita infalível para todas as situações. O importante é conhecer os princípios que apontem algumas saídas e a partir daí criam-se outras.

O profissional designado pela organização para gerir conflitos, entres outras tarefas é o gestor de Recursos Humanos. Para exercer esse papel de administrador de conflitos é preciso cautela. O primeiro passo é investigar os fatos ocorridos, jamais escutar apenas umas das partes. Outros pontos que devem ser considerados: histórico das pessoas envolvidas, valores da organização, pressões do trabalho entre outros. Esse trabalho delicado, quase cirúrgico, tem como objetivo evitar injustiças e chegar a uma solução satisfatória para todos os envolvidos.

Para saber mais sobre o assunto indico o livro Psicologia da Mediação: Inovando a Gestão de Conflitos Interpessoais e Organizacionais, de José Osmir Fiorelli.