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Por Sibele Godinho*

A solução para a crise é investir em educação. Esta é a resposta da Presidente Dilma Roussef, em evento onde anunciou a abertura de 47 novos campi  universitários e 208 novas unidades para a Educação Profissional e Tecnológica. Pesquisa da PricewaterhouseCoopers, publicada na edição 146 da revista Você S/A, mostra que 63% dos presidentes de empresas do Brasil temem o “apagão de profissionais”. Uma ausência de mão de obra qualificada na quantidade que o mercado demanda, provocado pelos gargalos da educação. Em evento realizado semana passada na Fundação Universa, a doutora  em formação de lideranças Silke Keim, do Instituto Steinbens University Berlin, definiu competência como sinônimo de capacitação. O que sugerem Dilma, a pesquisa publicada na Você S/A e a Dra. Silke Keim é que o melhor investimento para pessoas, empresas e governos é a qualificação profissional. 

  A oferta de educação a  distância tem crescido como opção para investir na carreira. Cursos de curta duração também despontam como uma opção para manter-se atualizado, pois oferecem conhecimentos relevantes e a oportunidade de alguma nova conexão para o seu networking, em um  curto espaço de tempo. A pós-graduação permanece, no entanto, como principal meio de realizar um salto profissional.

 Mas o investimento de dinheiro, tempo para estudos, reuniões de grupo, análises e traduções de textos de bibliografias estrangeiras, resolução de cases e todo o esforço que um MBA ou especialização exige valem o esforço? A resposta vem de outra pesquisa da Você S/A, publicada na edição 146 com o ranking dos melhores MBAs do Brasil. A revista ouviu 7.459 profissionais que concluíram cursos de gestão nos últimos três anos. Metade dos ex-alunos reportou um acréscimo de mais de 20% em seu salário, sendo que, para 14%, o crescimento na renda foi superior a 50%. A pesquisa concluiu que “na prática cotidiana da carreira, os efeitos (de uma pós-graduação) ainda são bastante interessantes para os profissionais”.

Para Dilma, se o Brasil tivesse investido em educação no passado, já teria alcançado o pleno uso dos seus potenciais econômicos e a população já teria acesso a um padrão de conhecimento e de vida mais elevados. Se na realidade pessoal o exposto pela presidente ecoa com a mesma ênfase, o remédio para a crise é mesmo a educação, e não faltam opções para investir.

   *Sibele Godinho é especialista em Gestão da Comunicação nas Organizações e coordenadora de Comunicação da Fundação Universa.       

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