You are currently browsing the tag archive for the ‘iniciativas’ tag.

A aprendizagem é fundamental no ambiente corporativo

- por Janine Costa* -

 

Aprendizagem ainda se apresenta como um termo recente no vocabulário de negócios. Verbos como planejar, treinar, decidir e controlar são comuns na área de gestão, no entanto, aprender ainda é uma palavra pouco utilizada. O desenvolvimento de competências e habilidades por meio de capacitação, ainda é considerado por algumas organizações, como um processo em que o próprio funcionário tem a obrigação de buscar por conta própria. Nessa perspectiva, o desenvolvimento de pessoas é desconsiderado como responsabilidade da organização.

Entretanto, o cerne da filosofia de renovação consiste no reconhecimento da aprendizagem como elemento fundamental para o desenvolvimento organizacional. A criatividade, a capacidade de mudança e o dinamismo são características de organizações que proporcionam possibilidades de aprendizado aos seus colaboradores. Portanto, pesquisas comprovam que empresas que assumem o este papel frente à educação de sua equipe, caminham à frente em termos de qualidade.

Daí nasce uma necessidade estratégica de parcerias com instituições de ensino, no sentido de possibilitar aos profissionais da educação, que detém uma visão pedagógica, a condução do aprendizado organizacional. Estruturar internamente a capacitação e desenvolvimento de pessoas com momentos de aprendizado por meio de cursos in company, ou por convênios com cursos de especialização, é caminho certeiro rumo ao sucesso.

 

*Janine Costa é coordenadora acadêmica da Universa Escola de Gestão.

- por Sâmara Martins* -

No mundo dos negócios a busca pelo sucesso é o fator mais relevante. Chegar ao fim do mês e ter a conta da empresa no azul é deveras essencial. Esse desafio normalmente envolve a luta diária contra os concorrentes. O que os empresários muitas vezes não percebem é que a melhor maneira de vencer seus concorrentes é parar de se preocupar com eles. Segundo o autor do livro A Estratégia do Oceano Azul, W. Chan Kim e Renée Mauborgne, a competitividade entre empresários estaria em um “oceano vermelho”, comparando com batalhas sangrentas.

O que o autor sugere é a busca por “oceanos azuis”, isso significa águas nunca exploradas. Os “oceanos azuis” são produtos e serviços que diferenciam dos existentes no mercado. O que gera um grande conforto para os empresários, pois não haverá necessidade de preocupação com a concorrência. Algumas empresas já estão explorando e navegando em “oceanos azuis”. Por exemplo, a empresa aérea Gol que tem oferecido passagens aéreas com valores acessíveis a todas as classes sociais e as Casas Bahia que criou uma maneira de atender as classes C e D.

Percebe-se que o importante não é estar na batalha sangrenta do mercado, mas navegar por mares nunca dantes navegados.

 

*Sâmara Martins é assessora educacional.

Twitter da Fundação Universa

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: