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- por Joel Solon Farias de Azevedo*

Saiba quais são as principais tendências para a Gestão de Projetos em 2012

1. Equipes virtuais

Cada vez mais as pessoas vão trabalhar a distancia, de forma remota, de onde estiverem. As tecnologias disponíveis já permitem isto há um  bom tempo, mas as pessoas ainda resistem um pouco em usá-las. Ao mesmo tempo em que economizamos tempo e dinheiro reduzindo os deslocamentos, ganhamos mais tempo para o trabalho e para o lazer. Outra grande vantagem do trabalho remoto é utilizar as pessoas certas e seus talentos, estejam onde estiver, e não apenas aquelas que estão disponíveis localmente, normalmente deficitárias em relação às competências necessárias aos projetos. Assim começamos a resolver o problema da autodesignação, ou das equipes naturais em projetos: já estão ali mesmo, então serão utilizados de qualquer forma, e sabemos que isto é péssimo.

2. Incorporação das redes sociais aos projetos

As pessoas e as equipes de projeto já se relacionam e muito nas redes sociais, e com o tempo passarão a ter o mesmo comportamento em relação aos projetos em que atuam. Traduzindo, ainda são muito formais na interação e na comunicação dentro dos projetos e tenderão a serem mais atuantes nas discussões dos temas relativos aos projetos, como já costumam fazer no Facebook e no Twitter. E como todo investimento na melhoria da comunicação em projetos dá muito resultado, nossos projetos vão melhorar bastante.

3. Mais orientação ao valor adicionado pelos projetos, e menos à execução pura e simples

Estamos deixando pra trás a restrição tripla da terceira edição do PMBOK, que bom. À medida que a comunicação melhora dentro da equipe e inclui todas as partes interessadas fica mais fácil entender e definir com mais precisão o que exatamente se espera de um projeto em termos de valor, colocando importância secundaria para as entregas do projeto. Claro que a execução continua importante, mas muito mais importante é resolver o problema que justificou a criação do projeto, independentemente das entregas ocorrerem dentro do prazo e do orçamento.

4. E os escritórios de projetos – PMOs serão cada ver mais necessários e valorizados

Todos já comprovamos o valor dos escritórios de projetos, na medida em que contribuem para o alinhamento estratégico dos projetos, a melhoria na alocação dos recursos e consequentemente a redução nos prazos de execução e nos custos. Acontece que os PMOs ainda tem muito resultado potencial a explorar investindo na gestão do conhecimento, na formação de gerentes de projeto e de portfolio e na disseminação dos conhecimentos de gestão nas organizações, por meio de redes sociais internas.

* Joel Solon Farias de Azevedo é PMP e professor da Pós-Graduação da Universa Escola de Gestão.

O gerenciamento de projetos como conhecemos, é a aplicação de conhecimentos, habilidades e um conjunto de ferramentas e técnicas aplicadas a um empreendimento.

Gerenciar projetos, ao contrário do que muita gente acha, não é nada complicado, basta você organizar as atividades em uma ordem seqüencial e voilá, temos um cronograma. Ou seja, começamos a trabalhar com uma das nove áreas de conhecimento em gerenciamento de projetos, conforme o PMBOK® do Project Management Institute®.

Conforme o PMBOK®, um projeto é “um esforço temporário, empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”. Ou seja, além do cronograma criado pelo seqüenciamento de atividades, é importante determinar quais serão os objetivos, os custos e as entregas do projeto, registrando-os em documentos específicos, os quais se dão o nome de escopo, tempo e custo. Ou seja, com estas três premissas, é possível gerenciar qualquer projeto básico.

O que é o gerenciamento de projetos na prática?

É aplicar os conceitos do gerenciamento de projetos, às melhores práticas, conforme mencionado pelo PMI®, através do PMBOK®. Atrás da aplicação e da utilização de processos específicos utilizados desde o início até o encerramento de um projeto de maneira eficaz, é possível alcançar de forma significativa as probabilidades de sucesso e conclusão de um projeto, seja ele de que tamanho for.

A partir de uma adequação do modelo instituído por Richard Buckminster Fuller, o Professor Fernando Dantas, construiu um modelo chamado “Globo Geodésico” e o aplicou como parte da disciplina de gerenciamento de projetos, aos alunos dos cursos de MBA da Fundação Universa. Esta ferramenta proporciona através de aulas práticas, a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas necessárias para o gerenciamento de projetos durante todas as suas fases.

Buckminster Fuller ficou mais conhecido pela invenção do Domo geodésico. Estrutura arquitetônica mais leve e forte com melhor relação custo/benefício jamais projetada. As cúpulas geodésicas, propostas por Fuller, são a concretização das suas pesquisas no sentido de encontrar o máximo de eficiência na tecnologia das estruturas.

Veja abaixo imagem do modelo criado pelos alunos.

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