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Notícias sobre o assuto apresentam as vantagens e exigências para quem deseja cursar um programa de pós-graduação. Confira nossa seleção de matérias sobre o assunto, a partir de hoje, começando com reportagem da Época Negócios (leia a matéria na íntegra )

VALE A PENA FAZER MBA?

(por Carlos Giffoni)

Os consultores são unânimes em reconhecer as habilidades que um curso como este acrescenta. “Um profissional com MBA está aberto para mudanças e se adapta facilmente a novos projetos. Tem menos medo de arriscar, e de errar. E também tem mais segurança nas decisões, pois elas estão embasadas na sua formação mais completa”, diz Carlos Faccina, consultor de carreira e responsável pelo blog Carreira 2.0, de Época NEGÓCIOS.

Não há dúvida que um MBA é a primeira opção de gestores que querem valorizar “seu passe” no mercado. Os tipos mais populares são em Marketing, Finanças, Recursos Humanos e Contabilidade. Mas como saber qual deles se encaixa melhor no seu currículo? “O objetivo principal de um MBA é ensinar o estudante a olhar a sua área de atuação como um negócio”, diz Juliana Nunes, diretora da Asap, empresa de recrutamento e seleção de executivos. Há cursos mais técnicos, mas na maioria dos casos a grande contribuição dessas especializações é a visão mais ampla do negócio e a capacidade de pensar estrategicamente.

Um MBA não deve ser feito simplesmente pelo modismo. O retorno profissional deve ser avaliado criteriosamente. Se esse não for o seu caso, talvez seja melhor buscar outro curso de especialização. “Um MBA valoriza a carreira quando o profissional sabe aproveitar o conhecimento adquirido nas experiências de trabalho. O curso sozinho não faz milagre”, diz Edson Rodriguez, especialista em gestão profissional e sócio da Your Life, consultoria que oferece gestão de carreira e finanças.

Ainda que esteja convicto de que o MBA é o melhor a fazer, é importante estar ciente de que este tipo de curso não serve para sanar as limitações de uma graduação mal feita. “Esse espaço é mais dedicado à orientação e aplicação de conceitos do que ao ensino”, diz Faccina. Consultores sobre carreira costumam recomendar esses cursos para profissionais que já tenham experiência no mercado e que almejem um cargo gerencial, se já não o ocupam. “É importante fazer um MBA pelo menos com cinco anos de experiência de trabalho. Só assim você absorverá melhor o conteúdo. O ideal é que a experiência na empresa seja levada para as aulas e sirvam como estudo de caso, e que os conceitos debatidos no MBA possam ser levados para o mercado, simultaneamente”, diz Andrea Huggard-Caine, da consultoria de RH HuggardCaine.

Outro ponto destacado pelos especialistas é a troca de experiências que estes cursos permitem. “Uma situação adversa que um dos alunos tenha vivido pode ser levada para a aula para que todos discutam qual seria a melhor solução”, explica Juliana Nunes, da Asap.

É importante destacar que não há uma regra definida para todo tipo de profissional. Um curso mais técnico pode ser seguido de outro com foco em gestão. Um engenheiro, por exemplo, buscará inicialmente especializações técnicas mais focadas no seu trabalho. Mas ao assumir um cargo gerencial, por mais experiente que ele seja, novos desafios aparecerão, e um MBA em gestão pode ser a melhor opção neste caso. “MBAs são recomendados para quem tem alguma responsabilidade de gestão, já que geralmente 15% das disciplinas são focados em áreas mais técnica, como macroeconomia, estatística e conceitos desse mundo, e 85% são focados em liderança, equipe, desenvolvimento de ideias e produtos, que são competências atreladas ao trabalho do gestor”, diz Faccina. “Um médico dono de uma clínica não entende de administração. Um advogado dono de escritório não sabe, necessariamente, administrá-lo. Eles podem fazer um MBA”, afirma.

Época Negócios (leia a matéria na íntegra )

Por Sibele Godinho*

A solução para a crise é investir em educação. Esta é a resposta da Presidente Dilma Roussef, em evento onde anunciou a abertura de 47 novos campi  universitários e 208 novas unidades para a Educação Profissional e Tecnológica. Pesquisa da PricewaterhouseCoopers, publicada na edição 146 da revista Você S/A, mostra que 63% dos presidentes de empresas do Brasil temem o “apagão de profissionais”. Uma ausência de mão de obra qualificada na quantidade que o mercado demanda, provocado pelos gargalos da educação. Em evento realizado semana passada na Fundação Universa, a doutora  em formação de lideranças Silke Keim, do Instituto Steinbens University Berlin, definiu competência como sinônimo de capacitação. O que sugerem Dilma, a pesquisa publicada na Você S/A e a Dra. Silke Keim é que o melhor investimento para pessoas, empresas e governos é a qualificação profissional. 

  A oferta de educação a  distância tem crescido como opção para investir na carreira. Cursos de curta duração também despontam como uma opção para manter-se atualizado, pois oferecem conhecimentos relevantes e a oportunidade de alguma nova conexão para o seu networking, em um  curto espaço de tempo. A pós-graduação permanece, no entanto, como principal meio de realizar um salto profissional.

 Mas o investimento de dinheiro, tempo para estudos, reuniões de grupo, análises e traduções de textos de bibliografias estrangeiras, resolução de cases e todo o esforço que um MBA ou especialização exige valem o esforço? A resposta vem de outra pesquisa da Você S/A, publicada na edição 146 com o ranking dos melhores MBAs do Brasil. A revista ouviu 7.459 profissionais que concluíram cursos de gestão nos últimos três anos. Metade dos ex-alunos reportou um acréscimo de mais de 20% em seu salário, sendo que, para 14%, o crescimento na renda foi superior a 50%. A pesquisa concluiu que “na prática cotidiana da carreira, os efeitos (de uma pós-graduação) ainda são bastante interessantes para os profissionais”.

Para Dilma, se o Brasil tivesse investido em educação no passado, já teria alcançado o pleno uso dos seus potenciais econômicos e a população já teria acesso a um padrão de conhecimento e de vida mais elevados. Se na realidade pessoal o exposto pela presidente ecoa com a mesma ênfase, o remédio para a crise é mesmo a educação, e não faltam opções para investir.

   *Sibele Godinho é especialista em Gestão da Comunicação nas Organizações e coordenadora de Comunicação da Fundação Universa.       

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