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- Por Sâmara Martins*-

O e-mail tornou-se a maneira mais fácil de comunicar dentro e fora das organizações. O tempo gasto com idas e vindas de documentos impressos foi poupado. É bem verdade que o exercício que fazíamos para carregar essa documentação, de uma seção para outra era, saudável. Hoje ficamos mais tempo sentados, gastando menos energia física. Mas como tudo tem os prós e os contras, o uso de e-mails não poderia ser diferente.

Como essa ferramenta faz parte do nosso cotidiano, precisamos aprender a utilizá-la corretamente. Aparentemente parece ser fácil, no entanto é um desafio escrever com clareza, ser objetivo, humano e não parecer rude. Veja algumas dicas que poderão ajudar a não ficar em uma “saia justa”.

  • Inicie o e-mail com uma saudação ou nome do destinatário;
  • Seja breve, e-mails longos correm o risco de não serem lidos;
  • Escreva um e-mail para cada assunto;
  • Antes de enviar o e-mail, verifique se está claro, na dúvida salve no rascunho e envie mais tarde;
  • Ao responder o e-mail, responda utilizando o e-mail recebido, assim você facilita a comunicação;
  • Coloque o assunto, no espaço assunto, assim que terminar de escrever o e-mail;
  • O destinatário é a última coisa a fazer, pois às vezes o e-mail vai antes de você terminar de escrever e revisar;
  • Escrever com letra maiúscula ou em negrito deve ser evitado, pois pode parecer que o remetente esta gritando;
  • As mensagens onde você é copiado não há necessidade de resposta;
  • Despeça-se com agradecimento ou uma breve despedida;

        No mais, recorra sempre ao bom senso.

*Sâmara Martins é Pedagoga, Especialista em Educação a Distância, Mestre em Educação  e Assessora Educacional da Universa Escola de Gestão.

- por Christiane Rodrigues* -

 

 A preocupação com a gestão de pessoas só é aplicável na vida profissional?

Com a proximidade do dia dos namorados comecei a pensar sobre relacionamentos. Por que na hora de escolher parceiros (as) para nossa vida pessoal não usamos os mesmos critérios de sucesso que usamos para selecionar companheiros (as) de trabalho?

Como seria se pudéssemos entrevistar possíveis candidatos a vaga de namorado (a)? Teríamos a seriedade necessária ou seríamos corrompidos por atributos como aparência física, charme, a tal da química, o olhar fulminante, a voz doce e macia, etc.? Seria muito esquisito usar ferramentas de motivação, incentivo e premiação nos nossos relacionamentos pessoais?
 
Deixando me levar por esses pensamentos comecei a imaginar como seria a primeira etapa: a entrevista. Aqui me parece uma excelente oportunidade de realizar um mapeamento de competências.

Como você entrevistaria um (a) pretendente? Eu, como boa sagitariana que sou, começaria com:

Teste sobre sentimentos de posse e insegurança: Relate uma situação onde você tenha se sentido sozinho ou deixado de lado em uma relação.
 
Teste de comprometimento: Conte-me sobre alguma situação onde outros assuntos do cotidiano – futebol/outros esportes, boteco com amigos, reunião de trabalho – afetaram suas relações anteriores.

Teste de lealdade: Depois de assumir um compromisso, fica firme apesar dos sacrifícios pessoais que ele envolva?

Teste sobre a comunicação: Descreva uma situação onde você tenha expressado seus sentimentos, inquietudes, projetos. Como foi o “feedback”?

Teste sobre espírito de equipe: Descreva uma situação onde você tenha superado seus próprios interesses para agregar ao relacionamento.

Teste de flexibilidade e inovação: Descreva situações de mudança de rotina por iniciativa sua. Como foi? Como você se sentiu em relação à sua zona de conforto?

E, para agregar, não deixaria de perguntar sobre algumas outras competências exigidas para a “vaga”: Você tem tempo livre para jantar fora, viajar, ir ao cinema? Você gosta de animais de estimação? Como você se relaciona com a sua família? Você tem uma mãe discreta e que não se meta na sua vida? Você é companheiro? Você tem demonstrações de afeto mesmo depois de muito tempo juntos? E aqui a lista tem mais uma série de itens…

Exageros a parte, tanto na vida corporativa quanto na vida pessoal, o segredo para tomar a decisão acertada, sem se deixar levar por aspectos acidentais e secundários, é pautar-se por uma hierarquia de valores, sabendo priorizar o que é mais importante pra você, perguntando-se se a opção eleita te afasta ou aproxima do seu objetivo principal. A partir dessas definições, o sucesso na escolha é conseqüência garantida. Lembre-se que só você é responsável pela sua felicidade.

 

*Christiane Rodrigues é especialista em Marketing e analista de negócios da Fundação Universa.

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